Centro Empresarial Oeste avança com obras de novos galpões em Franco da Rocha

Empreendimento logístico está em fase de implantação e prevê a geração de cerca de 3 mil empregos quando estiver em operação

Oct 26, 2026 - 08:53
Oct 28, 2026 - 08:53
Centro Empresarial Oeste avança com obras de novos galpões em Franco da Rocha

Franco da Rocha recebe um novo empreendimento voltado à operação logística com a implantação do Centro Empresarial Oeste (CEO), localizado na Rodovia Tancredo de Almeida Neves. Na quarta-feira (21), a prefeita Lorena Oliveira, o vice Diego Hernandez, vereadores, integrantes da equipe de governo e representantes da iniciativa privada participaram de uma visita técnica para acompanhar o andamento das obras.

A visita incluiu os galpões G100 e G200, que estão em diferentes etapas de construção. A previsão é que o galpão G100 seja concluído até 31 de março de 2027, enquanto o G200 e suas estruturas de apoio têm previsão de conclusão até 30 de junho de 2027. A visita foi acompanhada por representantes da WTorre e da Monto Engenharia.

 

Empregos e desenvolvimento econômico

Atualmente, cerca de 400 trabalhadores atuam no canteiro de obras. Quando o empreendimento estiver concluído e em operação, a expectativa informada pela área técnica é de aproximadamente 3 mil empregos. 

Durante a visita, a prefeita Lorena Oliveira ressaltou a importância de atrair investimentos para o município e ampliar as oportunidades para a população. “Um investimento dessa dimensão pode gerar empregos, movimentar a economia e ampliar a arrecadação municipal, criando condições para novos investimentos nos serviços públicos. Nosso objetivo é construir uma cidade com mais oportunidades, aproximando o poder público, a iniciativa privada e o Legislativo”, afirmou.

A implantação do Centro Empresarial Oeste inclui medidas de controle ambiental, como sistemas de drenagem e estruturas para reduzir os impactos da movimentação de água. Ao redor de todo o complexo, há também um sistema de captação de águas pluviais com capacidade para reter até 23 milhões de litros, evitando que esse volume siga diretamente para as cidades. O empreendimento segue ainda as exigências do licenciamento ambiental, com ações de monitoramento relacionadas à fauna, à vegetação e à drenagem, além de iniciativas de comunicação socioambiental com moradores, lideranças comunitárias, escolas, associações comerciais e órgãos públicos.