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<title>Jornal Cidade Agora &#45; : Brasil</title>
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<description>Jornal Cidade Agora &#45; : Brasil</description>
<dc:language>pt-br</dc:language>
<dc:rights>Direitos Reservados &#45; Jornal Cidade Agora</dc:rights>

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<title>Caso Master está infiltrado em todos os Poderes, diz Alessandro Vieira</title>
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<description><![CDATA[ Senador tem colhido assinaturas para a abertura de uma CPI que investigue a conduta dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, do STF ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:49:01 -0300</pubDate>
<dc:creator>Paulinho Curti</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O senador<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Alessandro Vieira (MDB-SE)</strong>, relator da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, afirmou à<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">CNN Brasil</strong><span> </span>nesta segunda-feira (9) que o escândalo envolvendo o Banco Master está infiltrado em todos os Poderes da República.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">"O caso do Banco Master é imenso: ele envolve prefeituras, governos estaduais, governo federal, fundos de previdência, mercado financeiro. Ele teve infiltração, muito provável, via corrupção, no Legislativo, no Executivo e no Judiciário"</strong>, disse Vieira.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Desde a última sexta-feira (6), o senador tem colhido assinaturas para a abertura de uma<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">CPI que investigue a conduta dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli</strong>, do STF (Supremo Tribunal Federal).</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">"O caminho, na experiência que eu tenho como policial e como parlamentar, é você ter um foco muito definido. Então, o foco desta nova CPI é delimitado a apurar as relações entre os dois ministros e esse grupo criminosos — se elas existiram ou não, qual a natureza delas, se os ministros incorreram em alguma falha, para que a gente possa depois aplicar os remédios constitucionais", explicou Vieira.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo o parlamentar, foram reunidas até o momento 35 assinaturas para a instalação da nova comissão de inquérito, oito a mais do que o mínimo necessário de 27.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Questionado sobre a possibilidade de a nova CPI, uma vez instalada, fragilizar julgamentos anteriores do ministro Alexandre de Moraes, Vieira pontuou que "a Constituição não permite que a gente faça, em CPI, revisão ou discussão do conteúdo de decisões judiciais".</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">"O requerimento que a gente apresentou é formulado justamente com esse cuidado. A gente sabe com quem estamos lidando: pessoas poderosas, que exercem esse poder de forma muito agressiva. Então, o pedido respeita, especificamente, com todo cuidado, o texto da Constituição. [...] Quem está vendendo para a população que uma CPI ou coisa parecida vai poder revisar julgamentos, está vendendo uma coisa que não existe", finalizou Vieira.</p>]]> </content:encoded>
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<title>Tremor de terra em MG: entenda fenômeno que atingiu cidades do interior</title>
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<description><![CDATA[ Municípios de Monte Carmelo e Inhaúma registraram abalos de baixa magnitude; especialistas explicam que estado lidera registros sísmicos no país ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:48:05 -0300</pubDate>
<dc:creator>Paulinho Curti</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">As cidades de<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Monte Carmelo</strong><span> </span>e<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Inhaúma</strong>, localizadas no interior de<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Minas Gerais</strong>, registraram<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">tremores de terra</strong><span> </span>de baixa magnitude na última quinta-feira (5). Os eventos foram captados pelas estações da<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Rede Sismográfica Brasileira (RSBR)</strong><span> </span>e analisados pelo<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Centro de Sismologia da USP</strong>.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">De acordo com os órgãos de monitoramento, o primeiro sismo ocorreu em Monte Carmelo, às 12h18, com magnitude 2.2, seguido por um abalo em Inhaúma, às 16h43, que atingiu magnitude 2.5.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O fenômeno em<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Monte Carmelo (MG)</strong><span> </span>foi percebido por moradores locais, que relataram ter<span> </span>sentido a terra tremer.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O monitoramento da sismicidade nacional é coordenado pelo<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Observatório Nacional</strong>, com apoio do<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Serviço Geológico do Brasil</strong>, utilizando uma rede de quase 100 estações sismográficas distribuídas pelo país.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Embora gerem atenção, pequenos tremores não são considerados raros na região.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Segundo Bruno Collaço, sismólogo do Centro de Sismologia da USP, a ocorrência de<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">pequenos tremores de terra<span> </span>em Minas Gerais</strong><span> </span>é frequente. Atualmente, o estado detém o maior número de registros de abalos sísmicos no Brasil.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A explicação para esses eventos naturais reside nas<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">grandes pressões geológicas</strong><span> </span>que atuam constantemente sobre a<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">crosta terrestre</strong>. Tais tensões são liberadas em forma de energia, resultando nos abalos captados pelos sismógrafos.</p>]]> </content:encoded>
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<title>Agro registra recorde de recuperações judiciais</title>
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<description><![CDATA[ Levantamento do Serasa Experian registrou 1.990 solicitações, um crescimento de 56,4% em relação ao ano anterior ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:41:03 -0300</pubDate>
<dc:creator>Paulinho Curti</dc:creator>
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<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><b class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">O setor do agronegócio alcançou uma marca preocupante em 2025, com o maior número de solicitações de recuperação judicial da história.</b><span> </span>Segundo levantamento do Serasa Experian, foram registrados 1.990 pedidos no ano passado, um aumento significativo de 56,4% em comparação a 2024, quando houve 1.272 solicitações.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">O volume considera a soma de três frentes da cadeia produtiva: produtores rurais que atuam como pessoa física, produtores rurais pessoa jurídica e empresas relacionadas ao setor.<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Os dados revelam uma tendência crescente de inadimplência no agronegócio nos últimos anos, considerando que em 2023 foram registrados apenas 534 pedidos</strong>.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">Entre os principais fatores que contribuíram para esse cenário estão a<span> </span><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">queda e posterior estabilização dos preços das commodities, após um período em que muitos produtores se encontravam altamente alavancados</strong>. O setor enfrentou custos elevados na aquisição de fertilizantes, especialmente durante o início do conflito entre Rússia e Ucrânia, enquanto simultaneamente observava a redução nos preços de seus produtos.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">O cenário atual apresenta incertezas adicionais com o conflito no Oriente Médio, que pode impactar tanto os preços das commodities quanto os custos de produção.</strong><span> </span>Alguns analistas sugerem que parte dos pedidos de recuperação judicial pode estar sendo utilizada como mecanismo para postergar dívidas, mesmo por produtores que não estariam em situação financeira crítica.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A onda de inadimplência tem gerado consequências diretas na oferta de crédito para o setor. O Banco do Brasil, principal instituição financeira no crédito rural brasileiro, viu a taxa de inadimplência saltar de 0,94% para mais de 5%, conforme seu último balanço.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">Essa situação resulta em condições mais restritivas de crédito para todos os produtores, mesmo os adimplentes, com recursos mais limitados e exigências maiores de garantias</strong>. As empresas envolvidas na cadeia de financiamento estão impondo mais restrições, tornando mais difícil o acesso ao crédito tanto público quanto privado, incluindo mecanismos como LCA, CPR e FIAGRO.</p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><strong class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold">A alta dos juros também tem contribuído para um comportamento mais cauteloso dos produtores rurais, que estão mais reticentes em assumir novos financiamentos diante das dificuldades do setor</strong>. A recente alta nos preços dos grãos pode oferecer algum alívio, mas o cenário para a próxima safra ainda permanece incerto.</p>]]> </content:encoded>
</item>

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<title>Após ofensiva do PL, PT aposta em vídeo para rebater caso Lulinha</title>
<link>https://jornalcidadeagora.com/apos-ofensiva-do-pl-pt-aposta-em-video-para-rebater-caso-lulinha</link>
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<description><![CDATA[ Partido vai lançar peças nos próximos dias exaltando pautas do governo e fazendo comparativo entre reações de Lula e de Bolsonaro ]]></description>
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<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 19:37:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>Paulinho Curti</dc:creator>
<media:keywords></media:keywords>
<content:encoded><![CDATA[<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span data-contrast="auto" class="">O PT (Partido dos Trabalhadores) vai apostar nos próximos dias na divulgação de um vídeo institucional para rebater a oposição acerca do caso envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span data-contrast="auto" class="">Lulinha teve a quebra de seus sigilos bancário e fiscal<span> </span></span><span data-contrast="none" class="">aprovada</span><span data-contrast="auto" class=""><span> </span>pela CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) no final de fevereiro. O filho do chefe do Executivo é suspeito de receber recursos de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span data-contrast="auto" class="">Segundo apurou a CNN, o PT fará usará o vídeo para fazer um comparativo entre as reações de Lula acerca das acusações contra Lulinha e do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no que diz respeito à denúncia contra o seu filho mais velho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), no<span> </span>caso das rachadinhas.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"><span data-contrast="auto" class="">A ideia é que a peça também aborde pautas de interesse do terceiro mandato do petista, como a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da Segurança, os programas Farmácia Popular, Tarifa Zero e o fim da escala 6x1.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl">A publicação do PT deve ir ao ar logo após o partido ter<span> </span><span data-contrast="none" class="">acionado</span><span data-contrast="auto" class=""><span> </span>o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) contra um vídeo d</span>o<span> </span><span data-contrast="auto" class="">PL (Partido Liberal) alegando propaganda eleitoral antecipada. O motivo da ação se deu por conta de um vídeo publicado pelo PL que associa o governo Lula aos escândalos do INSS e do Banco Master.<span> </span></span><span data-contrast="auto" class="">Conforme mostrou a<span> </span></span><b class="group-[.isActiveSource]:text-xl group-[.isActiveSource]:font-bold"><span data-contrast="auto" class="">CNN</span></b><span data-contrast="auto" class="">, o partido pediu para que a Justiça Eleitoral determine a retirada imediata da publicação do ar.</span></p>
<p class="my-5 break-words group-[.isActiveSource]:text-xl"></p>]]> </content:encoded>
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