quinta-feira, fevereiro 2, 2023
spot_imgspot_imgspot_imgspot_img
InícioVARIEDADESNOVELAS"Eu já era fã da novela e ter a chance de poder...

"Eu já era fã da novela e ter a chance de poder repetir isso foi uma das melhores coisas pra mim" – Correio do Estado

Acessiblidade
Correio B
CORREIO B+
Dira Paes: Na entrevista exclusiva ao Correio B+ desta semana, ela também fala sobre como concilia sua vida pessoal com a profissional
07/10/2022 16h40
Flavia Viana
Facebook
Linkedin
Twitter
Whatsapp
Com seu companheiro de elenco Marcos Palmeiras – TV Globo
Ela conquistou o país com a sua Filó no remake de Pantanal.
Na verdade, o Brasil se apaixonou novamente por Dira, porque cada trabalho realizado não tem como ser diferente.

Porém, sua Maria Aparecida Filomena, a Filó, vai deixar saudades após a despedida da novela essa semana.
 
A atriz completa 32 anos de carreira com 43 filmes em seu currículo entre curtas e longas, sendo muitos recordistas de bilheteria no Brasil, como: “2 Filhos de Francisco” de Breno Silveira , “Redemoinho” de José Vilamarim e “Veneza” de Miguel Falabella.

Dira é uma das atrizes mais premiadas e respeitadas de sua geração.
Ganhou vários prêmios, incluindo doze indicações ao Grande Otelo, vencendo como melhor atriz em 2013, três Prêmios Guarani, dois Prêmios APCA, dois Prêmios Qualidade Brasil, um Prêmio Extra, assim como três Kikitos do Festival de Gramado e cinco Candangos do Festival de Brasília.
Tem uma longa história no teatro, no cinema e na televisão, e estreou recentemente como diretora de cinema com o filme, “Pasárgada”, ela também escreveu o roteiro e protagonizou a história.
No teatro foram 8 espetáculos dirigidos por nomes consagrados como Amir Haddad em “O Avarento”, de Molière, na televisão somam-se dezessete trabalhos, entre eles a novela de grande sucesso de audiência e crítica “Velho Chico” com a direção de Luiz Fernando Carvalho e “Verão 90” com direção de Jorge Fernando.

Dentro de sua versatilidade, Dira também apresentou o Oscar com transmissão ao  vivo nos anos de 2018, 2019 e 2020.
Com o final da novela, a atriz já emendou um novo trabalho antes de suas merecidas férias, o longa “Manas” que está sendo rodado em Belém do Pará.
Sua “visita” ao Pantanal só reafirmou seu envolvimento com causas sociais, ambientais, pois ela também é ativista pelos direitos humanos.
Desde 2015, Dira também é uma das principais mobilizadoras do Criança Esperança e é uma das dirigentes do Movimento Humanos Direitos.

Na entrevista exclusiva ao Correio B+ desta semana, ela também fala sobre como concilia sua vida pessoal com a profissional, pois a atriz é casada há 16 anos com Pablo Baião, diretor de fotografia e é mãe de Inácio, 13 anos, e Martin, 6.
Para o Caderno, ela com muito amor da novela Pantanal, os colegas de elenco e equipe, da sua Filó e de sua trajetória e novos projetos.
 
CE: Como surgiu o Dira do seu nome (Ecleidira)?
 
DP: “Quando eu fui assinar o contrato do meu primeiro filme, ‘Florestas das Esmeraldas’, o meu produtor na época me aconselhou: ‘Dira, qual vai ser o seu nome artístico?’ e eu falei: ‘Eu ainda não tinha pensado nisso’, aí ele falou: ‘Se eu fosse você, colocava Dira Paes, já é nome de atriz, você vai fazer muito sucesso, aí eu disse: ‘Então, coloca aí Dira Paes’, e assim, foi. Eu já era chamada de ‘Dira’ e ‘Dirinha’ em casa, então esse nome deu continuidade a esse apelido que eu amo.”
CE: Na TV você começou na década de 90 certo?
 
DP: “O meu primeiro na televisão foi nos anos 90, fazendo ‘Araponga’, foi um começo incrível também, na mesma época que estava passando ‘Pantanal’, curiosamente.”
CE: Que novela ou/e série foi mais marcante para você? Você gosta de fazer novelas?
 
DP: “Eu gosto muito de fazer novela, é uma técnica diferente de fazer cinema… Você puxa um fôlego maior para o personagem durar mais tempo, e é muito bom ter essa relação com uma obra aberta. Entre novela e série é difícil falar… Sem dúvida nenhuma, ‘Pantanal’ vai ficar muito marcante na minha trajetória, assim como ‘Amores Roubados’ também. É muito bom poder fazer trabalhos que se comuniquem com o público dessa maneira.”
CE: E para você, como foi a experiência de apresentar o Oscar?
 
DP: “Tem sido maravilhoso apresentar o Oscar porque é muito bom poder assistir os filmes e ter uma noção do todo de uma vez. Além de ser um exercício maravilhoso para mim, como atriz, assistir a tantos filmes que me inspiram também no meu trabalho.”
CE: E a Dira mãe e em família, como é e como concilia tudo isso?
 
DP: “Não é fácil conciliar, mas eu acho que quando os filmes veem os pais trabalhando com dignidade, eles acabam assimilando de uma maneira real. A necessidade que a gente tem, assim como eu passo tempos fora de casa, de certa maneira, eu só me permito 20 dias no máximo, mas eu também às vezes fico muito tempo em casa, mais do que uma mãe que trabalha todo dia, então, tem as suas compensações, do ônus e do bônus.”
CE: Entrando de forma automática em Pantanal, como surgiu o convite?
 
DP: “O convite veio através do Papinha, diretor Rogério Gomes, que foi o primeiro diretor da 1ª fase de ‘Pantanal’ e ele me ligou carinhosamente, já era a terceira vez que a gente tentava trabalhar juntos, e surgiu a felicidade com a Filó. E eu sou eternamente grata por ele ter me dado de presente esse personagem tão maravilhoso.”
CE: Você já conhecia a região? Como foi pra você essa experiência em todos os sentidos?
 
DP: “Eu não conhecia esse Pantanal do Mato Grosso do Sul e para mim foi uma surpresa maravilhosa, porque eu pude me entregar ao Pantanal. Hoje eu digo que eu sou o Pantanal. O Pantanal está dentro de mim. Eu sou feita do Pantanal. Ele fez parte não só da vida da Filó, como da minha vida, e ele vai continuar fazendo para sempre, porque foi uma experiência única. Eu me senti entrando em um templo sagrado e esse bioma vai ficar na minha memória como um dos meus lugares no mundo.”
CE: Você assistiu a primeira versão da novela? Se inspirou na antigo Filó?
 
DP: “Eu assisti na época a primeira versão de Pantanal, sim. A Jussara Freire foi magnânima nesse personagem. A gente tem essa ‘morenice’ parecida, então, eu me senti muito feliz de poder representar um personagem que já foi feito de maneira tão potente por uma atriz tão maravilhosa, tão gigante, como Jussara Freire. Eu já era fã da novela e ter a chance de poder repetir isso foi uma das melhores coisas para mim. Antes, eu era uma expectadora e hoje, 32 anos depois, poder fazer parte desse clássico da teledramaturgia é um prazer.”
CE: Como a sua Filomena foi construída?
 
DP: “A Filó foi construída a partir dessa sensação de que a própria metáfora do nome já diz: Filó é aquela que protege, é aquela que filtra, é aquela que temporiza as coisas, é aquela que reflete. E é uma mulher verdadeira, transparente, autêntica e que ama um homem na vida, o Zé Leôncio, de uma magnitude assim como o Pantanal. O amor dela por ele é magnânimo. Aquele amor é um amor pantaneiro, de quem vive isolado, de quem só pode contar um com o outro. Eu acho que a Filó é uma mistura desses sentimentos, além dessa herança que ela teve no começo da vida dela. Ela é uma mulher experiente e amorosa.”
CE: É visível que vocês viraram uma linda família na novela, como foi a despedida?
 
DP: “Estamos ainda nos despedindo… E tem sido uma despedida referente à distância que vamos ter um do outro, da falta da convivência diária, mas ao mesmo tempo uma alegria de termos cumprido com o nosso papel e termos feito tudo de uma forma tão potente e tão abraçada pelo público como foi. Isso, realmente, é uma dádiva.”
CE: Pantanal tem um lugar diferente no seu coração? Se sim, por quê?
 
DP: “Tem um lugar diferenciado porque foi uma convivência contínua de um ano e dois meses. Foram pessoas que se querem bem para o resto da vida. Nós dividimos quarto, nós tivemos a sensação de que a gente estava ali muito próximos também da nossa intimidade. Era impossível se esconder de alguém, a gente trocou muito, trocou felicidades e tristezas, mas, sobretudo, nós estamos ali se querendo muito bem e querendo que a novela desse certo e, por fim, aconteceu.”
CE: Um momento marcante nas gravações…
 
DP: “Há muitos momentos marcantes, mas essas últimas cenas que vão para o ar, elas foram marcantes demais. Como o pedido do casamento, o casamento em si, o encontro de Zé Leôncio e Filó no meio do Pantanal, a passagem de tempo da primeira para a segunda fase… Foram muitos momentos especiais.”
CE: Que importância e impacto você acha que a novela teve?
 
DP: “Eu acho que a novela reuniu o Brasil em torno de um tema que é o meio ambiente, que é a gente pensar nos nossos biomas, na sobrevivência do planeta, e na tolerância entre as diferenças. Na fazenda do Zé Leôncio a gente pôde entender o quanto é importante a gente respeitar a diferença entre os seres humanos e como é importante a gente saber conviver com ela de uma maneira harmônica e ‘Pantanal’ mostrou isso em vários momentos.”
CE: Muita responsabilidade em gravar um remake de tanto sucesso?
 
DP: “Quando a gente vai mexer num clássico, a gente sempre teme, porque ‘Pantanal’ já era um sucesso, então, a gente queria repetir a dose. E sabíamos que isso só aconteceria se ‘Pantanal’ encontrasse o seu público. E, não só encontrou o seu público, como foi além das nossas expectativas. ‘Pantanal’ foi uma surpresa maravilhosa para todos nós e estamos todos muito agradecidos a esse público que está nos prestigiando.”
CE: Como uma pessoa que defende os direitos humanos e é envolvida em causas ambientais, como viu e vê o “Bioma Pantanal”?
 
DP: “Eu fiquei muito feliz de estar envolvida com uma novela que tem uma mensagem de sustentabilidade, de respeito à natureza e de como a gente pode equilibrar as necessidades do homem com as necessidades desse bioma. Sem dúvida nenhuma, a gente precisa que se restabeleça os ciclos naturais da vida, da fauna e da flora, onde a gente tem a chuva, onde a gente possa ser o lugar das águas pantaneiras e que o fogo que abalou e destruiu grande parte desse bioma possa ser evitado. Eu acho que a gente conseguiu traçar um panorama geral dessa situação tão diversa que estamos vivendo nesse momento, onde as questões são mais voltadas para o capital do que para o ser humano.”
CE: Já com saudades da Filó?
 
DP: “Sem dúvida nenhuma, a Filó vai deixar saudades. Esse trabalho como um todo, com essa equipe incrível vai deixar saudade. Eu tenho muito a agradecer a muita gente. É um trabalho feito por muitas mãos e a Filó foi feita por todas essas mãos, e eu agradeço imensamente. Mas, é preciso guardar a Filó para que renasça um outro personagem, e, assim que é o ciclo da vida.”
CE: O que você acha que mudou da primeira personagem em 1990 e hoje? Poderia pontuar?
 
DP: “Eu acho que a novela teve uma atualização de 1990 para 2022, e eu acho que a Filó talvez tenha sido a que menos tenha mudado. Ela é uma mulher que a gente encontra em várias famílias, e é essa pessoa que é o alicerce da família. E, nesse sentido, eu acho que a Filó de 1990 e a de 2022 são muito parecidas, o que me deixa muito feliz, porque a Jussara fez tanto sucesso com a Filó, e eu não podia deixar de fazer com que a Filó tivesse a mesma receptividade como teve a Filó da Jussara.”
CE: Novos projetos?
 
DP: “Eu estou filmando um filme chamado ‘Manas’, no Pará, até o dia 22 de outubro, e depois eu sigo para fazer ‘Ó Pai Ó 2’, o filme, e a partir de novembro eu estarei de férias. E aí vou poder curtir imensamente o que eu mais amo, que é a minha família. Vou poder estar junto, e fazer programas simples da vida, como ir ao cinema, por exemplo.”
/ 2 semanas
Facebook
Twitter
Whatsapp
QUE OS JOGOS COMECEM
Primeira voz do Ash, Fábio Lucindo; dubladora dos animes e games, Luísa Horta, e o ícone gamer, Gabriel Kami, falam ao Correio do Estado sobre vinda à Capital
21/10/2022 16h25
Facebook
Twitter
Whatsapp
Evento volta ao cenário local, após hiato pandêmico de dois anos
Como a fênix de Dumbledore, a Parada Nerd volta após dois longos anos (de hiato pandêmico) ao cenário geek de Campo Grande, trazendo para o público local cosplayers profissionais, dubladores marcantes e um ícone do mundo dos games para agitar os três dias de evento, realizado até domingo (23), no Bosque Expo. 
Entre as atrações, o público daqui dará as boas vindas à três atrações nacionais – entre várias outras – que nunca visitaram a Cidade Morena, os dubladores Fábio Lucindo e Lucindo Horta, e o ex-jogador profissional de League Of  Legends, Gabriel Kami. 
Criador de conteúdo e influenciador da paiN Gamming, ícone no mundo dos E-sports, Kami ressalta a felicidade de ser exemplo e inspiração para muitas pessoas que pensam em se tornar um verdadeiro gamer. 
“Sempre me perguntam dicas, planos de carreira, como é que faz para começar? qual o melhor jeito de lidar com isso?”, explica ele. 
Sobre a profissão, como atleta profissional do mundo dos games, ele frisa que – diferente da casualidade que muitos jogos oferecem -, essa é uma jornada difícil de se trilhar. 
“Porque é um meio super competitivo, é um ambiente de alta performance jogar profissionalmente é difícil, tem que ser muito bom e estar disposto a sacrificar muita coisa”, comenta. 
Ainda, ao dar dicas quando perguntado sobre esse cenário, ele cita que é preciso – em primeiro lugar – amar esse meio, e realmente querer muito isso para sua vida. 
“Porque tem outras carreiras em jogos que, até do ponto de vista financeiro, valem mais a pena, né? A própria criação de conteúdo costuma remunerar melhor do que o jogador profissional no Brasil, né? Não é tão valorizado assim”, expõe Kami. 
Entre os requisitos para os que se interessam, Kami lista que é preciso ser muito bom; idealmente, saber trabalhar em equipe e estar disposto à aprender, entre tantos outros. 
“Sempre tento passar o feedback para a galera que pergunta, e não são poucos. Muita gente quer jogar profissionalmente. Eu acho que receber para jogar o que você ama é o trabalho dos sonhos, né?”
Sem nunca ter vindo à Campo Grande, Kami fala que a expectativa é legal e inclusive recebeu comentários sobre a visita. 
“Assim que anunciaram o evento, alguns amigos falaram ‘olha só quem vai vir para cá’. Nunca tinha ido e estou super animado”, diz; 
Sobre esse nível felicidade, ele expõe que tem conseguido nutrir uma energia diferente, passando por diversos eventos nerds nacionais. 
“Acho que dos eventos, de um modo geral, o público estava muito carente, por causa da pandemia. Acho que, pela experiência que estou tendo viajando bastante ultimamente, a galera está muito animada, o público está mais caloroso que o normal… então estou super feliz de encontrar com o pessoal aí de Campo Grande que me acompanha”, fala Gabriel Kami. 
Ainda, ele lembra que, nas cidades que passa frequentemente, é comum encontrar visitantes recorrentes, enquanto que um universo novo de nerds para se conhecer tem interessado o Kami, que espera se divertir no último dia do evento (23).  
“Domingo eu viajo, espero passar o dia inteiro com a galera, trocar ideia e responder todas as perguntas. Normalmente eu fico um tempinho no palco, conversando com a galera, não sei como vai ser a dinâmica no palco, mas espero ter bastante tempo para ficar conversando com a galera, que da minha visão é sempre a parte mais divertida, de responder as perguntas e interagir com a galera”, completa. 
 
Uma publicação compartilhada por Parada Nerd (@paradanerd)
Tradição na Parada Nerd – que já trouxe Charles Emmanuel, Úrsula Bezerra e Guilherme Briggs -, esse ano a PN traz a dubladora Luísa Horta e também o Fábio Lucindo. 
Voz dos animes e dos games, Luísa revela que a vinda até Campo Grande, apesar da primeira vez, será inclusive de reencontro. 
“Primeiro porquê eu não conheço Campo Grande, e todo mundo sempre me falou que é uma cidade incrível que tem muita coisa para conhecer. E segundo porque essa semana mesmo, recebi mensagem de uma amiga super antiga, que fazia muitos e muitos anos que a gente não conversava. E ela me falou que vai estar no Parada Nerde, então a gente vai se reencontrar depois de muito tempo, estou realmente muito ansiosa e vai ser muito legal”, expõe ela. 
Atriz e dubladora, Luísa explica que não entrou no mercado da dublagem há tanto tempo, mas já acumula personagens em franquias renomadas, entre eles: 
“Às vezes algumas pessoas vêm mandar mensagem por rede social, ou pessoalmente em evento de anime. Às vezes chamam a gente pelo nome do personagem e eu sinceramente acho isso incrível”, diz. 
Luísa explica que isso se dá, graças ao seu gosto pelo assunto, como grande consumidora de animes e da cultura nerd, deixando uma dica para os fãs campo-grandenses que encontrarem com ela no evento. 
“Primeiro, porque eu sou extremamente otaku, eu sou apaixonada por animes, então eu amo quando me chamam pelo nome das personagens que eu dublei, e segundo porque é um reconhecimento do nosso trabalho, né? Então. Fico super grata e super honrada”, comenta. 
Semelhante, Fábio Lucindo também vêm à Campo Grande pela primeira vez, com uma expectativa que, segundo o dublador, não poderia ser maior, deixando os trabalhos direto para sua viagem. 
“Acabei de definir meus horários de estudio, já saio de lá e vou correndo para o aeroporto, estou de mala pronta e com expectativa”, revela ela. 
Ainda, empenhado mas pouco familiarizado com a cultura, Lucindo se diz animado, inclusive para experimentar a culinária local, que levantou uma curiosidade. 
“Queria conhecer, nunca fui para Campo Grande, estou afinzão e quero até tomar uma sopa paraguaia, já fiz umas pesquisas assim, estou muito feliz e, putz, animadíssimo para ir”, comenta o dublador. 
Também, ele comenta a proximidade que a identificação do trabalho causa com o público, por conta da familiaridade da voz de uma pessoa com a de um personagem. 
“Eu acho uma das graças da profissão, na verdade, acho muito bacana. Gosto até dessa coisa de ser escondido, das pessoas às vezes nem ligar o nome à pessoa, à nossa imagem e voz, gosto desse ruído de comunicação que dá, gosto de revelar isso também… de todas as partes dessa coisa da familiaridade, do pessoal gostar e de às vezes nem ser reconhecido por isso. Todos os aspectos dessa ideia, me sinto feliz e muito bem”, finaliza. 
Serviço: Realizado em parceria com Sesc MS e Shopping Bosque dos Ipês – além do patrocínio: BDM Digital -, a Parada Nerd acontece de sexta (21) até domingo (23), no Bosque Expo, que integra o Shopping Bosque dos Ipês, localizado na Av. Cônsul Assaf Trad, nº 4.796. Informações pelo instagram @paradanerd
 
Assine o Correio do Estado
PLATAFORMAS DIGITAIS
Veja a seguir as escolhas feitas pelo Via Streaming
21/10/2022 15h24
Facebook
Twitter
Whatsapp
“Todas as Flores” é uma novela exclusiva da Globoplay
No dia 19 de outubro, estreou a segunda novela produzida exclusivamente para o GloboPlay, serviço de streaming brasileiro da Globo que vem ganhando cada vez mais espaço no mercado. Como um dos pontos fortes da emissora de televisão é justamente a produção de telenovelas, já era de se esperar que a plataforma se aventurasse nesse tipo de conteúdo exclusivo. Com isso, “Todas as Flores” foi criada e escrita pelo roteirista João Emanuel Carneiro e será composta por 85 capítulos, com exibição semanal e divididos em duas partes: a primeira em 2022 e a segunda em 2023.
Na história, Sophie Charlotte interpreta Maíra, uma jovem nascida em Pirenópolis (Goiás) que possui deficiência visual e cresce acreditando que sua mãe havia morrido. Porém, tal fato não passa de uma mentira inventada por seu pai para esconder o desprezo que a mãe da protagonista, Zoé (Regina Casé), sentia da filha cega, como ela iria descobrir anos depois, quando a personagem reaparece pedindo perdão à Maíra. No mesmo dia que conhece Zoé, o pai da personagem principal morre, o que faz com que ela precise se mudar para o Rio de Janeiro e morar com a mãe recém-descoberta, o que irá virar seu mundo de cabeça para baixo.
Lá, a personagem descobre as verdadeiras intenções de Zoé em encontrá-la depois de tanto tempo. O motivo é a sua outra filha, Vanessa (Letícia Colin), que está doente e precisa urgentemente de um doador de medula compatível para poder vencer a leucemia. Em meio a tudo isso, Maíra começa um trabalho como perfumista na empresa de Guiomar (Ana Beatriz Nogueira) e acaba conhecendo Rafael, filho do patrão e noivo de sua irmã – que tem um caso com outro homem. Os dois acabam se apaixonando e o jovem decide acabar com o noivado, para o desespero de Zoé.
Link para o trailer de “Todas As Flores”

Para fugir um pouco das estreias de terror que dominaram os streamings no mês de outubro, quando se comemora o Halloween (ou Dia das Bruxas, como é conhecido no Brasil), a Netflix chega, no dia 27 de outubro, com o filme “Depois do Universo”. Com cerca de duas horas de duração, a produção é mais um original brasileiro da plataforma de streaming e, dessa vez, irá contar com a cantora Giulia Be e Henry Zaga como protagonista. Apesar de estar fazendo sua estreia como atriz, a jovem começou a sua carreira musical em 2019 e já foi indicada ao Grammy Latino na categoria “Cantora Revelação”.
Em “Depois do Universo”, Nina (Giulia Be) é uma menina extremamente talentosa, que ama tocar piano e cantar. Porém, ao ser diagnosticada com lúpus – uma doença autoimune que é capaz de afetar diversos tecidos do corpo humano – precisa lidar com as complicações causadas pela doença desde muito nova. Por conta disso, acaba tendo um problema grave nos seus rins e, enquanto espera na fila por um doador compatível, a jovem começa o tratamento com hemodiálise. Por conta das sessões diárias que precisa se submeter, Nina acredita que o seu sonho de se tornar uma artista famosa nunca iria se tornar realidade.
Porém, tudo muda quando a protagonista conhece Henry (Zaga), um jovem médico que integra a equipe de profissionais responsável por cuidar do seu caso no hospital. Rapidamente os dois formam uma conexão muito forte e, depois de um tempo, irão acabar se apaixonando. Henry ajuda Nina a superar o medo dos palcos e a insegurança que a protagonista tem por conta de sua doença, além disso o personagem será fundamental na sua trajetória em busca de realizar o seu sonho de integrar a Orquestra Sinfônica de São Paulo como pianista, uma vez que irá se tornar o seu fã número 1.   
Link para o trailer de “Depois do Universo”

Com um faturamento de quase US$ 30 milhões e uma grande aprovação da crítica especializada, o novo filme do diretor Zach Cregger chegará no Brasil através da plataforma de streamings da Paramount +, que disponibilizará o longa no dia 26 de outubro. Sendo assim, diferentemente de outros países, a produção não passará pelos cinemas brasileiros. A obra tem o título de “Noites Brutais” e, assim como várias estreias do mês do Halloween nos serviços de streaming, é um filme de suspense e terror que possui uma história surpreendente e um elenco de peso, com nomes como Georgina Campbell, Justin Long e Bill Skarsgård.
A trama começa de um jeito bastante familiar para aqueles que já estão acostumados com o gênero terror. Tess é uma jovem americana que precisa viajar para Detroit por conta de uma entrevista de emprego. Por causa disso, a mulher decide alugar uma casa por um mês no Airbnb – aplicativo que possibilita essa intermediação entre locadores e locatátios. Porém, mesmo tendo planejado tudo com antecedência, quando ela chega no seu destino um outro homem, chamado Keith, já está hospedado na casa que havia sido alugada por ela. 
Apesar do estranhamento inicial por conta da situação, Tess não tem muita alternativa a não ser aceitar a proposta de Keith e passar a noite na casa, uma vez que a vizinhança é muito deserta e a protagonista não conhecia outras pessoas na cidade que pudessem ajudá-la. Porém, de noite algumas coisas estranhas começam a acontecer e, quanto mais Tess procura respostas dentro da casa, mais a sua vida corre perigo. “Noites Brutais” têm o mesmo produtor de “It”, filme de terror (adaptação da obra de Stephen King) que fez muito sucesso em 2017. Além disso, o ator sueco Bill Skarsgård ficou conhecido justamente por interpretar o perturbador palhaço Pennywise nos dois filmes.
Link para o trailer de “Noites Brutais”
MAIS LIDAS
1
/ 2 dias
2
/ 2 dias
3
/ 2 dias
4
/ 2 dias
5
/ 2 dias
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
/ 4 horas
/ 1 dia
/ 1 dia
/ 2 dias
Av. Calógeras, 356, Centro
[email protected]
(67) 3323-6090
(67) 9.9976-0469
©2022 CORREIO DO ESTADO. Todos os Direitos Reservados.
Layout
Plataforma

source

RELATED ARTICLES

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Most Popular

%d blogueiros gostam disto: