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'A Artista da Enganação' mostra os riscos do "vale tudo" na televisão – UOL Confere

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados.
Jornalista, nascido no Rio de Janeiro em 1961, mora em São Paulo há 29 anos. É repórter especial e crítico do UOL. Assina, aos domingos, uma coluna sobre televisão na “Folha de S.Paulo”. Começou a carreira no “Jornal do Brasil”, em 1986, passou pelo “Estadão”, ficou dez anos na “Folha” (onde foi editor, repórter especial e correspondente internacional), participou das equipes que criaram o “Lance!” e a “Época”, foi redator-chefe da “CartaCapital”, diretor editorial da Glamurama Editora e repórter especial do iG. É autor dos livros “Adeus, Controle Remoto” (editora Arquipélago, 2016), “História do Lance! ? Projeto e Prática do Jornalismo Esportivo? (Alameda, 2009) e “O Dia em que Me Tornei Botafoguense” (Panda Books, 2011). Contato: mauriciostycer@uol.com.br
Colunista do UOL
16/10/2022 10h44
Na onda de séries documentais sobre crimes que tomou as plataformas de streaming, a contribuição da Itália não poderia ser mais expressiva. “A Artista da Enganação”, na Netflix, conta em quatro episódios a história de Wanna Marchi, uma mulher que fez carreira na televisão vendendo cremes de algas para emagrecer.
(…)
Mãe e filha se tornaram campeãs em um segmento que depende de muito gogó e cara de pau. Gritando desavergonhadamente, as duas decretaram uma “guerra à banha” na TV e fizeram fortuna com as
vendas de um produto “dissolve-barriga” (“scioglipancia”).
(…)
“A Artista da Enganação” ajuda a lembrar que, também no Brasil, a legislação tem se mostrado pouco eficiente para coibir situações como as que ocorreram na Itália. Graças a uma nova lei, sancionada pelo presidente em julho deste ano, agora as emissoras de rádio e televisão podem transferir, comercializar ou ceder o tempo que quiserem para a veiculação de “produção independente”. Os canais devem apenas respeitar as regras de limitação de publicidade, de até 25% do tempo total de programação.
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** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL
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Mauricio Stycer
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